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Vamos ter um bebê e agora?

Como preparar o patudo para receber o bebê

A chegada de um novo membro ao lar pode ser um momento maravilhoso ainda que stressante para os pais. Os cães são tipicamente ainda mais sensíveis às mudanças de rotina, aos cheiros e sons. Ainda que muitos cães possam aprender a lidar com essas mudanças de forma autónoma, existem algumas coisas que pode fazer para tornar este processo mais fácil para todos.

Saúde e segurança:
  • A pele e pelo do patudo não são mais prejudiciais para os bebês do que o “simples” pó.
  • Os bebês que convivem com animais de estimação são menos propensos a desenvolver reações alérgicas.
  • Não entre em pânico se o patudo lambe o bebê. As bactérias, na saliva de um cão, são específicas para cães pelo que é pouco provável a sua transferência para seres humanos.

Processo de dessensibilização, antes do bebê chegar:
  • Coloque uma boneca numa matinha, com produtos de bebê (loções, pó talco, etc), e anda com ela ao colo o máximo de tempo possível na presença do patudo.
  • Elogie o patudo sempre que ele não salte na presença da boneca.
  • Simule os sons de um bebê a chorar (ex: use vídeos do youtube); comece com um volume baixo e vá aumentando gradualmente. Premeie o patudo por estar calmo e tranquilo na presença dos sons.
  • Reserve um local para o patudo no quarto do bebê, pode usar um cobertor ou a cama dele para assinalar o local. Sempre que o patudo estiver nesse local deve recompensá-lo entusiasticamente.
  • Antecipe as mudanças. Mude as rotinas do patudo antecipadamente, para que quando aconteçam, quando bebê estiver em casa, ele sinta que não é o fim das brincadeiras normais.
  • Permita que o patudo inspecione as coisas novas que vão entrando na casa. Recompense-o sempre que tiver uma atitude mais calma a cheira-las.
  • Passsada esta fase de "inspeção" ensine o patudo a não tocar nas coisas do bebê.
  • Defina limites de modo a ensinar o patudo a não pisar  o tapete do bebê no chão.
  • Dessensibilize o patudo de movimentos rápidos e barulhentos. Elogie-o sempre que tiver um comportamento mais tolerante. Faça o mesmo com outras coisas que se movam ou façam barulho, como o baloiço do bebê.
Durante o Hospital, antes da mãe regressar a casa:
  • Verifique que as vacinas do patudo em dia estão em dia.
  • Enquanto a mãe ainda está no hospital, traga para casa uma peça de roupa, que o bebê tenha usado, e deixe o patudo cheirar; coloque-a na boneca e anda com ela ao colo, juntamente com a mantinha do bebê (simulando que anda com o bebê ao colo).
  • Traga para casa uma mantinha, que já tenha sido usada pelo bebê, e coloque-a debaixo do prato de comida do patudo. Assim estará a criar uma associação positiva com o cheiro do bebê.
No regresso a casa:
  • Canse o patudo ao máximo no dia em que o bebê chega a casa.
  • Antes mãe entrar na casa pela primeira vez o pai deve segurar o bebê, enquanto a mãe entra para dar mimos ao patudo.
  • O pai deve entrar com o bebê em casa, uns minutos mais tarde, mantendo o patudo na coleira, para evitar eventuais problemas.
  • A mãe deve sentar-se numa cadeira com o bebê ao colo. Mantendo o patudo na coleira, deixe-o ver e sentir o cheiro do bebê. Corrija-o sempre que observar algum comportamento inadequado.
  • Mantenha o primeiro contacto breve. De seguida continue com as atividades normais. Mantenha o patudo sempre na coleira, segurando-a ou dando-lhe alguma folga.
  • Fique o mais calmo possível para manter o patudo também o mais calmo possível.
  • Atenção que neste período o patudo estará mais sensível e poderá quebrar algumas regras instituídas dentro de casa. Ele poderá pensar que se o bebê pode fazer algo de “errado” ele também pode fazer. Por exemplo: mantenha as fraldas sujas em locais fechados para ele não pensar que pode fazer as necessidades dentro de casa.
  • O patudo pode ficar estressado com a visão e o som do bebê. Lembre-se que o rosnar é positivo, é a maneira dele comunicar que precisa de uma pausa nesta nova realidade. Leve-o para outro local, divisão na casa, e dê-lhe tempo para relaxar.
  • Esteja sempre feliz e relaxado quando o patudo está na presença do bebê. Desta forma ajudará a criar uma associação positiva com o bebê.
  • Tente dar ao patudo o máximo de atenção, tempo de brincadeira e exercício como antes. É importante ele perceber que, apesar da presença do bebê, as outras rotinas mantém-se.
O patudo e o bebê:
  • Nunca deixe seu patudo sozinho com o bebê.
  • Coloque o patudo numa divisão à parte sempre que o ambiente esteja mais agitado e “insuportável”, para si ou para ele.
  • Ensine o patudo a "soltar" brinquedos e ossos de roer. Certifique-se que consegue remover, em segurança, objetos da boca dele caso seja necessário.
Ensinar o bebê:
  • Quando o bebê começa a andar, rastejar, ensine-o a não puxar as orelhas e a cauda.
  • Ensine o bebê a brincar com o patudo de um modo carinhoso.
  • Certifique-se que o bebê aprende que nunca se deve aproximar do patudo quando ele está comer ou a dormir.
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